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O amante da chuva. |
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O pequeno Iacache, menino franzino, no auge dos seus treze anos, hormônios em ebulição, morava no campo, Japão, em um povoado. Desde muito pequeno costumava sair depois da escola e ir brincar com alguns primos na fazenda dos seus tios, que ficava um pouco afastada de sua casa. O caminho era bonito, uma estrada de terra batida por entre o mato alto e cheiroso. Certo dia, enquanto brincavam no quintal da casa, um enorme temporal se armou nos céus, já eram quase seis da tarde e Iacache se, pois logo a pegar o caminho de volta para casa, a chuva começava a cair e à tarde, a virar noite, ele estava assustado, raios enormes rachavam o céu, como que apressando-o, expulsando-o logo dali, ele apressa o passo, a chuva engrossa, ele começa a correr cada vez mais rápido pela estrada quase escura. Iacache não usava cuecas, não tinha esse costume, suas pernas roçavam uma na outra e entre elas seu saco e seu pênis também, começou a sentir uma sensação nunca antes sentida, um delicioso prazer, um inexplicável aquecimento entre as coxas, algo estava mudando no seu corpo, seu pênis ficava cada vez mais duro, ele estava em transe, curtindo imensamente aquela nova descoberta. Suas pernas começavam a perder força, corria mais rápido e ficava cada vez mais gostoso, mais rápido, mais gostoso... Contraía mais as coxas, prensando seu sexo; caiu no chão, seu peito inflou assim como todo o seu corpo revirou os olhos de prazer, deu gargalhadas deitado sob a chuva; ficou ali, extasiado no entardecer sombrio, a melhor coisa que já lhe acontecera nos seus treze anos de vida. E assim foi durante anos e anos a vida sexual de Iacache, era só começar a chover, que ele saía a correr, corria, corria e gozaaaava...... Corria, corria e gozaaava............ Depois, voltava feliz da vida, fumando um cigarro. Mas em um desses dias de rotina, ele deu de cara com a felicidade, de cara com o paraíso; Suiane era o nome dela. Japonesinha safada, daquelas bem clichê, meia três quartos, sainha curtinha, e a calcinha era novinha, pois já havia vendido duas só essa semana para um tarado da iacuza. Era do que aquele pobre rural, ignorante e pervertido Iacachê precisava, uma putinha. Ela estava de passagem pela região, foi acompanhada do mafioso, que foi fazer não se sabe o que naquele fim de mundo. Ele estava dentro de um armazém enorme, que ficava na beira da estrada, ela impaciente, resolveu dar uma voltinha, andando pelo caminho verde e deserto. Não se dera conta e já estava bem distante, quando lhe deu uma vontade louca de fazer pipi; olhou para os lados, abaixou a calcinha e pos-se a aliviar-se. De repente, trovoadas cortam o céu e uma chuva começa a despencar, ela continua a mijar, só que agora toda molhadinha, da chuva. TÁ, TÁ, TÁ, TÁ, Vem na estrada um rapaz, gostoso, bonitinho, todo molhado, correndo do nada e para lugar nenhum; ele estava ofegante, e quando veio se aproximando de Suiane, passou correndo, pensou ter sido uma miragem, coçou os olhos se desconcentrou totalmente, virou a cabeça e olhou para ter certeza, e ela continuava lá, no mesmo lugarzinho, agachadinha, com as calcinhas nos joelhos, fazendo seu pipizinho olhando para aquele interessante maluco. Ele tropeçou e caiu; ela se levantou e pôs-se a correr para ajudá-lo, não subiu a calcinha, e sua xoxotinha ficou toda de fora, lisinha, doze aninhos! Ele estava estupefato com aquele visual e de repente, sentiu como nunca a pica inchar, e um desejo incontrolável de lamber e meter naquela menina. Sem muita conversa, é tudo em japonês mesmo e ninguém entende é nada. Ela parou com a xota bem na cara dele; que por sua vez a segurou pelas cochas e a puxou para si, mordendo a testinha da japa, lambendo tudo, ela safada, acostumada na sacanagem, na vida de gueixa em Tókio, se esfregou toda na cara dele sentando, a meladinha e deixando que ele a lambesse até gozar; gozou na cara dele, mijou toda, ela estava quase lá, e sentia aquele calor e seu corpo todo inchar, como se fosse explodir; ela abaixou, segurou a pau dele e lambeu a pica toda, que ao primeiro toque da língua, explodiu em gozo, gozou muito... Ela deixou a calcinha de presente. Ele continuou ali sentado por horas sem entender nada o que havia sido a vida dele até então.
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